Curvas e cicatrizes

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Se ame.

De quais coisas (de verdade) você sente falta? Como você tem encarado o fato de que nem todo mundo está disponível para dizer sim ou simplesmente te procurar nos dias seguintes quando você está precisando? Como você tem visto a verdade de tudo, sobre a real interação entre você e todos ao seu redor?

Não, menina. Você não precisa estar debaixo das boas palavras alheias 24 horas por dia e nem dar pistas de suas necessidades para que todos te busquem. Permita que as coisas sejam sinceras e voluntárias na tua vida, que os amores não sejam apenas gratidão de momentos doados.

Não precisa sumir. Não é isso! Você só tem que contemplar a si mesmo como alguém que pode ter pessoas verdadeiramente envolvidas contigo e envolver-se verdadeiramente na vida de quem você ama.

Amor é isso, entende? Doar sem perceber, tirar um pedaço de si e colocar no outro e nem sentir falta, é perceber luz na espontaneidade das palavras e (principalmente) nos gestos.

Amor nunca é passageiro. Amor nunca é carona. Amor é companhia de viagem.

Ano novo

Nós temos a chave da nossa vida. E não importa quantas vezes o destino feche os ciclos; quem tem que tranca-los somos eu e você. Quem tem que dar a cara a tapas, quem tem que tentar, quem tem que fazer alguma coisa para que algo funcione somos nós.

Não espere coisas boas do ano. Espere coisas boas de você! O ano é o seu reflexo.

A-mar

De repente tudo fica pequeno. Tudo vira qualquer coisa. Tudo é segundo plano. Tudo é para depois!

De repente, o que mais importa é o agora, o ser, o toque, a paz… De repente tudo se vai e o que fica é a certeza de algo invisível e grande.

De repente o tudo é só o amor.

Apenas um momento

Imagem de tenderly

Eu estava lá, rodeada de gente pela primeira vez no ano. Ele também estava lá. Vestido com um olhar encantador e apertado, com aquele sorriso que derruba qualquer uma. E mesmo que eu não me achasse qualquer uma, caí.

Tentei não resistir mais uma vez, como alguém que não gostaria de ser enganada novamente (mesmo por um instante, uma madrugada). Mas ele sorriu. Ele olhou. Ele chegou perto e disse que eu saberia que ele estaria ali para tudo.

Me derreti. Amoleci, como se tivesse tomado dezenas de tarjas pretas e saberia que a partir do momento que nossos lábios se tocassem eu estaria -novamente- aberta a novas expectativas. Poderia esperar que ele falasse algo no outro dia, e no outro… e no outro…

Mas…

De alguma forma ele conseguiu ser só instante. O beijo foi só um beijo, o abraço foi só um abraço, foi “só”. E, como esperado, não houve extensões daquelas sensações, mensagens ou algo do tipo. Estranhamente, foi apenas um querer suportável, sem maiores tremores ou borboletas no estômago. E foi bom saber que não tinha mais nada a partir dos amanhãs. Foi bom saber ser o instante de alguem e torná-lo apenas um momento também.